Cristiane Bins

Médica em Porto Alegre especialista em Cirurgia Plástica Ocular, Via Lacrimal e Oftalmologia Geral.
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Dra. Cristiane Bins

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A Dra Cristiane Araujo Bins fez sua formação em Medicina na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e três anos em Residência Médica em Oftalmologia, na Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. O Fellowship em Plástica Ocular e Vias Lacrimais foi realizado por 2 anos no Hospital de Clínica de Porto Alegre (HCPA/UFRGS).

Oftalmologia Geral

Saiba mais sobre algumas das condições recorrentes da oftalmologia geral aqui!

Para maiores informações, procure seu oftalmologista.

O astigmatismo ocorre quando a córnea tem uma curvatura irregular, ovalada, o que faz com que a luz sofra desvios, concentre-se em diversos pontos e forme a imagem em múltiplas regiões. O problema também pode ocorrer por deformações no cristalino, mas esses casos são menos frequentes.

Como existem múltiplos focos de formação de imagem, tanto objetos próximos como distantes sofrem distorção e ficam “borrados”.

Pode ser tratados com óculos ou lentes de contato, prescritos por um oftalmologista de forma individualizada. Cirurgias também podem ser feitas para corrigir esses problemas.

Blefarite é uma inflamação comum que afeta as pálpebras, normalmente na região onde crescem os cílios, fazendo com que elas cocem, fiquem vermelhas e irritadas.

  • Lacrimejamento;
  • Vermelhidão nos olhos;
  • Sensação de areia ou queimação dentro dos olhos;
  • Pálpebras que parecem oleosas;
  • Pálpebras vermelhas e inchadas;
  • Piscadas mais frequentes;
  • Sensibilidade à luz;
  • Cílios grudados uns aos outros ao acordar;
  • Descamação da pele ao redor dos olhos;
  • Aderência na pálpebra;
  • Cílios crescendo de forma anormal (em várias direções);
  • Perda dos cílios.

Alívio dos sintomas de blefarite:

  • Lave os olhos e as pálpebras algumas vezes por dia;
  • Aplique uma compressa morna nas pálpebras, com os olhos fechados, por cinco minutos;
  • Massageie as pálpebras suavemente com uma solução diluída de xampu de bebê (que não causa irritação) e água com a ponta dos dedos ou um pano limpo;
  • Lave os olhos com água morna;
  • Evite tudo o que causa irritação nos olhos, como lentes de contato e maquiagem.

Na consulta, o seu médico pode recomendar os seguintes tratamentos para o seu tipo de blefarite:

  • Limpar a área afetada regularmente com água morna e a solução com xampu de bebê;
  • Aplicação de pomadas compostas de antibióticos para os casos em que há infecção bacteriana. Também pode ser necessário o uso de antibióticos via oral;
  • Pomadas para a inflamação nas pálpebras e dentro dos olhos;
  • Lágrimas artificiais, ou lubrificantes oculares, podem ajudar nos casos de olhos secos;
  • Tratar os sintomas que podem ter causado a blefarite, como a rosácea e a seborreia (caspa), entre outros.

É importante lembrar que raramente a blefarite desaparece completamente. Mesmo em tratamentos considerados de sucesso, é normal que a doença reapareça outras vezes.

A catarata é uma opacidade do cristalino (lente natural do olho). Para pessoas que têm catarata tem a visão fica "nublada". A maioria das cataratas se desenvolve lentamente e não perturba a sua visão desde o início, mas com o tempo, acabará por interferir na visão.

  • Visão nublada, confusa ou nebulosa;
  • Visão com brilho de lâmpadas ou do sol;
  • Dificuldade de dirigir à noite devido ao brilho dos faróis;
  • Mudanças frequentes na prescrição de óculos;
  • Visão dupla;
  • Melhoria da visão de perto que, em seguida, fica pior;
  • Dificuldade em fazer as atividades diárias por causa de problemas de visão.

A cirurgia é o único método eficaz para tratar a perda de visão causada pela catarata. A cirurgia de catarata é um procedimento comum que envolve a remoção da lente turva do olho. A lente pode ser substituída por uma lente artificial, chamada implante de lente intraocular (LIO). Por vezes, uma LIO não é usada, e óculos ou lentes de contato podem compensar.

Ceratocone é uma enfermidade não inflamatória que afeta a estrutura da córnea, camada fina e transparente que recobre toda a frente do globo ocular. A principal característica do ceratocone é a redução progressiva na espessura da parte central da córnea, que é empurrada para fora, formando uma saliência com o formato aproximado de um cone.

O mais característico é a perda progressiva da visão, que se torna borrada e distorcida (tanto para longe quanto para perto) e obriga a aumentar com frequência o grau das lentes dos óculos até que a solução é substituí-los por lentes de contato.

  • Sensibilidade à luz (fotofobia);
  • Comprometimento da visão noturna;
  • Visão dupla (diplopia);
  • Formação de múltiplas imagens de um mesmo objeto (poliopia).

Nas fases iniciais, quando a deformação da córnea não é grave, o uso de óculos é suficiente para recuperar a acuidade visual. No entanto, à medida que o ceratocone evolui, os óculos precisam ser substituídos por lentes de contato, que ajudam a ajustar a superfície anterior da córnea e a corrigir o astigmatismo irregular provocado pela deformidade.

Conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. Em geral, ataca os dois olhos, pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar sequelas.

  • Olhos vermelhos e lacrimejantes;
  • Pálpebras inchadas;
  • Sensação de areia ou de ciscos nos olhos;
  • Secreção;
  • Coceira.

Lave os olhos e faça compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico. Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos. Cuidados especiais com a higiene ajudam a controlar o contágio e a evolução da doença.

A Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) é uma doença degenerativa progressiva, crônica e comum da mácula, acarretando baixa visão central (mancha central) e dificultando principalmente a leitura.

  • Perda visual progressiva;
  • Turvação e distorções visuais que envolvem predominantemente a visão central;
  • Visão com linhas onduladas e distorcidas;
  • Redução na intensidade ou brilho das cores;
  • Dificuldade em reconhecer rostos;
  • Você percebe mudanças na sua visão central;
  • Sua capacidade de ver cores e detalhes finos torna-se prejudicada.

DMRI seca:

Para os pacientes com a DMRI seca dá-se ênfase ao aporte nutricional feito pelo uso de complexos multi vitamínicos específicos, o aconselhamento em relação aos hábitos alimentares e orientação quanto à exposição solar.


DMRI úmida:


Para aqueles indivíduos com a forma exsudativa, existem os medicamentos chamados de anti angiogênicos. São medicamentos que ajudam a secar os vasos sanguíneos mal formados que foram gerados embaixo da retina e que, progressivamente, danificam a visão.

Glaucoma é uma doença ocular causada principalmente pela elevação da pressão intraocular que provoca lesões no nervo ótico e, como consequência, comprometimento visual. Se não for tratado adequadamente, pode levar à cegueira

A perda visual só ocorre em fases mais avançadas e compromete primeiro a visão periférica. Depois, o campo visual vai estreitando progressivamente até transformar-se em visão tubular. Sem tratamento, o paciente fica cego.

De modo geral, a doença aparece com mais frequência a partir dos 40 anos, mas pode ocorrer em qualquer faixa de idade, dependendo da causa que provocou a pressão intraocular mais elevada.

Inicialmente, o tratamento é clínico e à base de colírios. Existem drogas por via oral que só são usadas em casos emergenciais.


Alguns tipos de glaucoma estão associados a distúrbios que requerem tratamento específico. Cessada a causa, a pressão intra-ocular regride e o problema visual desaparece. Portanto, a medicação oftalmológica é usada por prazo curto enquanto se trata a outra doença que provocou o glaucoma, por exemplo, diabetes.


O glaucoma crônico – tipo mais comum da doença – exige o uso constante de colírios pela vida inteira, porque não tem cura. Como pode ser controlado por meio de medicação, cirurgia ou raio laser, o paciente precisa ser mantido sob controle ininterruptamente.

Tratamento inadequado ou falta de tratamento podem levar à cegueira

É um distúrbio visual caracterizado por um globo ocular mais  “curto”, o que faz com que a imagem se forme depois da retina.

Para quem tem hipermetropia, enxergar objetos próximos é mais difícil.

Pode ser tratados com óculos ou lentes de contato, prescritos por um oftalmologista de forma individualizada. Cirurgias também podem ser feitas para corrigir esses problemas.

É um distúrbio visual caracterizado por um globo ocular mais “longo”, o que provoca a formação da imagem antes que a luz chegue até a retina.

Quem tem miopia tem dificuldade para enxergar objetos distantes, que ficam embaçados.

Pode ser tratados com óculos ou lentes de contato, prescritos por um oftalmologista de forma individualizada. Cirurgias também podem ser feitas para corrigir esses problemas.

  • Astigmatismo
  • Blefarite
  • Catarata
  • Ceratocone
  • Conjuntivite
  • DMRI
  • Glaucoma
  • Hipermetropia
  • Miopia

O astigmatismo ocorre quando a córnea tem uma curvatura irregular, ovalada, o que faz com que a luz sofra desvios, concentre-se em diversos pontos e forme a imagem em múltiplas regiões. O problema também pode ocorrer por deformações no cristalino, mas esses casos são menos frequentes.

Como existem múltiplos focos de formação de imagem, tanto objetos próximos como distantes sofrem distorção e ficam “borrados”.

Pode ser tratados com óculos ou lentes de contato, prescritos por um oftalmologista de forma individualizada. Cirurgias também podem ser feitas para corrigir esses problemas.

Blefarite é uma inflamação comum que afeta as pálpebras, normalmente na região onde crescem os cílios, fazendo com que elas cocem, fiquem vermelhas e irritadas.

  • Lacrimejamento;
  • Vermelhidão nos olhos;
  • Sensação de areia ou queimação dentro dos olhos;
  • Pálpebras que parecem oleosas;
  • Pálpebras vermelhas e inchadas;
  • Piscadas mais frequentes;
  • Sensibilidade à luz;
  • Cílios grudados uns aos outros ao acordar;
  • Descamação da pele ao redor dos olhos;
  • Aderência na pálpebra;
  • Cílios crescendo de forma anormal (em várias direções);
  • Perda dos cílios.

Alívio dos sintomas de blefarite:

  • Lave os olhos e as pálpebras algumas vezes por dia;
  • Aplique uma compressa morna nas pálpebras, com os olhos fechados, por cinco minutos;
  • Massageie as pálpebras suavemente com uma solução diluída de xampu de bebê (que não causa irritação) e água com a ponta dos dedos ou um pano limpo;
  • Lave os olhos com água morna;
  • Evite tudo o que causa irritação nos olhos, como lentes de contato e maquiagem.

Na consulta, o seu médico pode recomendar os seguintes tratamentos para o seu tipo de blefarite:

  • Limpar a área afetada regularmente com água morna e a solução com xampu de bebê;
  • Aplicação de pomadas compostas de antibióticos para os casos em que há infecção bacteriana. Também pode ser necessário o uso de antibióticos via oral;
  • Pomadas para a inflamação nas pálpebras e dentro dos olhos;
  • Lágrimas artificiais, ou lubrificantes oculares, podem ajudar nos casos de olhos secos;
  • Tratar os sintomas que podem ter causado a blefarite, como a rosácea e a seborreia (caspa), entre outros.

É importante lembrar que raramente a blefarite desaparece completamente. Mesmo em tratamentos considerados de sucesso, é normal que a doença reapareça outras vezes.

A catarata é uma opacidade do cristalino (lente natural do olho). Para pessoas que têm catarata tem a visão fica "nublada". A maioria das cataratas se desenvolve lentamente e não perturba a sua visão desde o início, mas com o tempo, acabará por interferir na visão.

  • Visão nublada, confusa ou nebulosa;
  • Visão com brilho de lâmpadas ou do sol;
  • Dificuldade de dirigir à noite devido ao brilho dos faróis;
  • Mudanças frequentes na prescrição de óculos;
  • Visão dupla;
  • Melhoria da visão de perto que, em seguida, fica pior;
  • Dificuldade em fazer as atividades diárias por causa de problemas de visão.

A cirurgia é o único método eficaz para tratar a perda de visão causada pela catarata. A cirurgia de catarata é um procedimento comum que envolve a remoção da lente turva do olho. A lente pode ser substituída por uma lente artificial, chamada implante de lente intraocular (LIO). Por vezes, uma LIO não é usada, e óculos ou lentes de contato podem compensar.

Ceratocone é uma enfermidade não inflamatória que afeta a estrutura da córnea, camada fina e transparente que recobre toda a frente do globo ocular. A principal característica do ceratocone é a redução progressiva na espessura da parte central da córnea, que é empurrada para fora, formando uma saliência com o formato aproximado de um cone.

O mais característico é a perda progressiva da visão, que se torna borrada e distorcida (tanto para longe quanto para perto) e obriga a aumentar com frequência o grau das lentes dos óculos até que a solução é substituí-los por lentes de contato.

  • Sensibilidade à luz (fotofobia);
  • Comprometimento da visão noturna;
  • Visão dupla (diplopia);
  • Formação de múltiplas imagens de um mesmo objeto (poliopia).

Nas fases iniciais, quando a deformação da córnea não é grave, o uso de óculos é suficiente para recuperar a acuidade visual. No entanto, à medida que o ceratocone evolui, os óculos precisam ser substituídos por lentes de contato, que ajudam a ajustar a superfície anterior da córnea e a corrigir o astigmatismo irregular provocado pela deformidade.

Conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. Em geral, ataca os dois olhos, pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar sequelas.

  • Olhos vermelhos e lacrimejantes;
  • Pálpebras inchadas;
  • Sensação de areia ou de ciscos nos olhos;
  • Secreção;
  • Coceira.

Lave os olhos e faça compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico. Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos. Cuidados especiais com a higiene ajudam a controlar o contágio e a evolução da doença.

A Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) é uma doença degenerativa progressiva, crônica e comum da mácula, acarretando baixa visão central (mancha central) e dificultando principalmente a leitura.

  • Perda visual progressiva;
  • Turvação e distorções visuais que envolvem predominantemente a visão central;
  • Visão com linhas onduladas e distorcidas;
  • Redução na intensidade ou brilho das cores;
  • Dificuldade em reconhecer rostos;
  • Você percebe mudanças na sua visão central;
  • Sua capacidade de ver cores e detalhes finos torna-se prejudicada.

DMRI seca:

Para os pacientes com a DMRI seca dá-se ênfase ao aporte nutricional feito pelo uso de complexos multi vitamínicos específicos, o aconselhamento em relação aos hábitos alimentares e orientação quanto à exposição solar.


DMRI úmida:


Para aqueles indivíduos com a forma exsudativa, existem os medicamentos chamados de anti angiogênicos. São medicamentos que ajudam a secar os vasos sanguíneos mal formados que foram gerados embaixo da retina e que, progressivamente, danificam a visão.

Glaucoma é uma doença ocular causada principalmente pela elevação da pressão intraocular que provoca lesões no nervo ótico e, como consequência, comprometimento visual. Se não for tratado adequadamente, pode levar à cegueira

A perda visual só ocorre em fases mais avançadas e compromete primeiro a visão periférica. Depois, o campo visual vai estreitando progressivamente até transformar-se em visão tubular. Sem tratamento, o paciente fica cego.

De modo geral, a doença aparece com mais frequência a partir dos 40 anos, mas pode ocorrer em qualquer faixa de idade, dependendo da causa que provocou a pressão intraocular mais elevada.

Inicialmente, o tratamento é clínico e à base de colírios. Existem drogas por via oral que só são usadas em casos emergenciais.


Alguns tipos de glaucoma estão associados a distúrbios que requerem tratamento específico. Cessada a causa, a pressão intra-ocular regride e o problema visual desaparece. Portanto, a medicação oftalmológica é usada por prazo curto enquanto se trata a outra doença que provocou o glaucoma, por exemplo, diabetes.


O glaucoma crônico – tipo mais comum da doença – exige o uso constante de colírios pela vida inteira, porque não tem cura. Como pode ser controlado por meio de medicação, cirurgia ou raio laser, o paciente precisa ser mantido sob controle ininterruptamente.

Tratamento inadequado ou falta de tratamento podem levar à cegueira

É um distúrbio visual caracterizado por um globo ocular mais  “curto”, o que faz com que a imagem se forme depois da retina.

Para quem tem hipermetropia, enxergar objetos próximos é mais difícil.

Pode ser tratados com óculos ou lentes de contato, prescritos por um oftalmologista de forma individualizada. Cirurgias também podem ser feitas para corrigir esses problemas.

É um distúrbio visual caracterizado por um globo ocular mais “longo”, o que provoca a formação da imagem antes que a luz chegue até a retina.

Quem tem miopia tem dificuldade para enxergar objetos distantes, que ficam embaçados.

Pode ser tratados com óculos ou lentes de contato, prescritos por um oftalmologista de forma individualizada. Cirurgias também podem ser feitas para corrigir esses problemas.

  • Astigmatismo
  • Blefarite
  • Catarata
  • Ceratocone
  • Conjuntivite
  • DMRI
  • Glaucoma
  • Hipermetropia
  • Miopia

O astigmatismo ocorre quando a córnea tem uma curvatura irregular, ovalada, o que faz com que a luz sofra desvios, concentre-se em diversos pontos e forme a imagem em múltiplas regiões. O problema também pode ocorrer por deformações no cristalino, mas esses casos são menos frequentes.

Como existem múltiplos focos de formação de imagem, tanto objetos próximos como distantes sofrem distorção e ficam “borrados”.

Pode ser tratados com óculos ou lentes de contato, prescritos por um oftalmologista de forma individualizada. Cirurgias também podem ser feitas para corrigir esses problemas.

Blefarite é uma inflamação comum que afeta as pálpebras, normalmente na região onde crescem os cílios, fazendo com que elas cocem, fiquem vermelhas e irritadas.

  • Lacrimejamento;
  • Vermelhidão nos olhos;
  • Sensação de areia ou queimação dentro dos olhos;
  • Pálpebras que parecem oleosas;
  • Pálpebras vermelhas e inchadas;
  • Piscadas mais frequentes;
  • Sensibilidade à luz;
  • Cílios grudados uns aos outros ao acordar;
  • Descamação da pele ao redor dos olhos;
  • Aderência na pálpebra;
  • Cílios crescendo de forma anormal (em várias direções);
  • Perda dos cílios.

Alívio dos sintomas de blefarite:

  • Lave os olhos e as pálpebras algumas vezes por dia;
  • Aplique uma compressa morna nas pálpebras, com os olhos fechados, por cinco minutos;
  • Massageie as pálpebras suavemente com uma solução diluída de xampu de bebê (que não causa irritação) e água com a ponta dos dedos ou um pano limpo;
  • Lave os olhos com água morna;
  • Evite tudo o que causa irritação nos olhos, como lentes de contato e maquiagem.

Na consulta, o seu médico pode recomendar os seguintes tratamentos para o seu tipo de blefarite:

  • Limpar a área afetada regularmente com água morna e a solução com xampu de bebê;
  • Aplicação de pomadas compostas de antibióticos para os casos em que há infecção bacteriana. Também pode ser necessário o uso de antibióticos via oral;
  • Pomadas para a inflamação nas pálpebras e dentro dos olhos;
  • Lágrimas artificiais, ou lubrificantes oculares, podem ajudar nos casos de olhos secos;
  • Tratar os sintomas que podem ter causado a blefarite, como a rosácea e a seborreia (caspa), entre outros.

É importante lembrar que raramente a blefarite desaparece completamente. Mesmo em tratamentos considerados de sucesso, é normal que a doença reapareça outras vezes.

A catarata é uma opacidade do cristalino (lente natural do olho). Para pessoas que têm catarata tem a visão fica "nublada". A maioria das cataratas se desenvolve lentamente e não perturba a sua visão desde o início, mas com o tempo, acabará por interferir na visão.

  • Visão nublada, confusa ou nebulosa;
  • Visão com brilho de lâmpadas ou do sol;
  • Dificuldade de dirigir à noite devido ao brilho dos faróis;
  • Mudanças frequentes na prescrição de óculos;
  • Visão dupla;
  • Melhoria da visão de perto que, em seguida, fica pior;
  • Dificuldade em fazer as atividades diárias por causa de problemas de visão.

A cirurgia é o único método eficaz para tratar a perda de visão causada pela catarata. A cirurgia de catarata é um procedimento comum que envolve a remoção da lente turva do olho. A lente pode ser substituída por uma lente artificial, chamada implante de lente intraocular (LIO). Por vezes, uma LIO não é usada, e óculos ou lentes de contato podem compensar.

Ceratocone é uma enfermidade não inflamatória que afeta a estrutura da córnea, camada fina e transparente que recobre toda a frente do globo ocular. A principal característica do ceratocone é a redução progressiva na espessura da parte central da córnea, que é empurrada para fora, formando uma saliência com o formato aproximado de um cone.

O mais característico é a perda progressiva da visão, que se torna borrada e distorcida (tanto para longe quanto para perto) e obriga a aumentar com frequência o grau das lentes dos óculos até que a solução é substituí-los por lentes de contato.

  • Sensibilidade à luz (fotofobia);
  • Comprometimento da visão noturna;
  • Visão dupla (diplopia);
  • Formação de múltiplas imagens de um mesmo objeto (poliopia).

Nas fases iniciais, quando a deformação da córnea não é grave, o uso de óculos é suficiente para recuperar a acuidade visual. No entanto, à medida que o ceratocone evolui, os óculos precisam ser substituídos por lentes de contato, que ajudam a ajustar a superfície anterior da córnea e a corrigir o astigmatismo irregular provocado pela deformidade.

Conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. Em geral, ataca os dois olhos, pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar sequelas.

  • Olhos vermelhos e lacrimejantes;
  • Pálpebras inchadas;
  • Sensação de areia ou de ciscos nos olhos;
  • Secreção;
  • Coceira.

Lave os olhos e faça compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico. Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos. Cuidados especiais com a higiene ajudam a controlar o contágio e a evolução da doença.

A Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) é uma doença degenerativa progressiva, crônica e comum da mácula, acarretando baixa visão central (mancha central) e dificultando principalmente a leitura.

  • Perda visual progressiva;
  • Turvação e distorções visuais que envolvem predominantemente a visão central;
  • Visão com linhas onduladas e distorcidas;
  • Redução na intensidade ou brilho das cores;
  • Dificuldade em reconhecer rostos;
  • Você percebe mudanças na sua visão central;
  • Sua capacidade de ver cores e detalhes finos torna-se prejudicada.

DMRI seca:

Para os pacientes com a DMRI seca dá-se ênfase ao aporte nutricional feito pelo uso de complexos multi vitamínicos específicos, o aconselhamento em relação aos hábitos alimentares e orientação quanto à exposição solar.


DMRI úmida:


Para aqueles indivíduos com a forma exsudativa, existem os medicamentos chamados de anti angiogênicos. São medicamentos que ajudam a secar os vasos sanguíneos mal formados que foram gerados embaixo da retina e que, progressivamente, danificam a visão.

Glaucoma é uma doença ocular causada principalmente pela elevação da pressão intraocular que provoca lesões no nervo ótico e, como consequência, comprometimento visual. Se não for tratado adequadamente, pode levar à cegueira

A perda visual só ocorre em fases mais avançadas e compromete primeiro a visão periférica. Depois, o campo visual vai estreitando progressivamente até transformar-se em visão tubular. Sem tratamento, o paciente fica cego.

De modo geral, a doença aparece com mais frequência a partir dos 40 anos, mas pode ocorrer em qualquer faixa de idade, dependendo da causa que provocou a pressão intraocular mais elevada.

Inicialmente, o tratamento é clínico e à base de colírios. Existem drogas por via oral que só são usadas em casos emergenciais.


Alguns tipos de glaucoma estão associados a distúrbios que requerem tratamento específico. Cessada a causa, a pressão intra-ocular regride e o problema visual desaparece. Portanto, a medicação oftalmológica é usada por prazo curto enquanto se trata a outra doença que provocou o glaucoma, por exemplo, diabetes.


O glaucoma crônico – tipo mais comum da doença – exige o uso constante de colírios pela vida inteira, porque não tem cura. Como pode ser controlado por meio de medicação, cirurgia ou raio laser, o paciente precisa ser mantido sob controle ininterruptamente.

Tratamento inadequado ou falta de tratamento podem levar à cegueira

É um distúrbio visual caracterizado por um globo ocular mais  “curto”, o que faz com que a imagem se forme depois da retina.

Para quem tem hipermetropia, enxergar objetos próximos é mais difícil.

Pode ser tratados com óculos ou lentes de contato, prescritos por um oftalmologista de forma individualizada. Cirurgias também podem ser feitas para corrigir esses problemas.

É um distúrbio visual caracterizado por um globo ocular mais “longo”, o que provoca a formação da imagem antes que a luz chegue até a retina.

Quem tem miopia tem dificuldade para enxergar objetos distantes, que ficam embaçados.

Pode ser tratados com óculos ou lentes de contato, prescritos por um oftalmologista de forma individualizada. Cirurgias também podem ser feitas para corrigir esses problemas.

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