As 7 dúvidas mais comuns sobre a blefaroplastia

Compartilhe nas Redes:

É recorrente quando os pacientes chegam no consultório com as dúvidas mais comuns sobre a blefaroplastia ou qualquer outro procedimento. E é fundamental que ele esclareça cada ponto para que realize sua cirurgia de forma tranquila e segura. 

Por isso, no conteúdo de hoje, vamos falar sobre as dúvidas mais comuns sobre a blefaroplastia que recebo no consultório. 

Quais são as dúvidas mais comuns sobre a blefaroplastia?

Como é feita a blefaroplastia?

Antes de entrar para o bloco cirúrgico, o médico especialista em plástica ocular fará as marcações nas pálpebras para delimitar a quantidade de pele excedente que será retirada, além das bolsas de gordura e músculo, após a retirada ele costura a pele. 

A blefaroplastia deixa cicatriz?

O sucesso da cicatrização do procedimento depende de cada paciente e dos cuidados pós-operatório. Entretanto, a incisão ficará escondida no sulco palpebral e não aparecerá quando o paciente estiver de olhos abertos. Se a cirurgia for feita na pálpebra inferior, a cicatriz ficará abaixo da linha dos cílios. Assim, a blefaroplastia deixa uma cicatriz discreta e quase invisível no paciente.

A blefaroplastia possui algum risco?

A resposta é: depende do profissional que você escolherá para realizar sua cirurgia de pálpebras. Em todos nossos conteúdos reforçamos a importância de escolher um profissional qualificado e de confiança para realizar sua cirurgia. Entretanto, há alguns riscos relacionados à anestesia que podem acontecer, tais como alteração de frequência cardíaca e pressão arterial, choque anafilático. Além disso, quando o procedimento não é realizado da maneira correta, as chances de surgir complicações como ptose palpebral, anomalias, ressecamento, retração, aumentam.

Quantas vezes pode ser feita blefaroplastia?

A blefaroplastia pode ser realizada quantas vezes for necessária. Porém, há um ponto muito importante a ser considerado. Como nossa pele vai ficando mais flácida com o passar dos anos, após um determinado período o excesso de pele pode voltar a incomodar o paciente. 

Quais cuidados devo tomar após o procedimento? 

Os cuidados pós-operatórios da cirurgia das pálpebras são os mesmos de todas as cirurgias faciais: 

  • Procurar dormir de cabeceira elevada;
  • Evitar esforço físico, atividades físicas, musculação nos primeiros sete dias;
  • Evitar abaixar para pegar coisas no chão, assim como movimentos que aumentem a pressão intracraniana e possam provocar sangramento;
  • Uso de compressas frias na região das pálpebras, sobretudo nos primeiros três dias;
  • Muita atenção com a sua visão e a dor excessiva no globo ocular, caso não seja normal, consulte seu oftalmologista;
  • Atenção no fechamento das pálpebras para evitar problemas na córnea;
  • Por fim, proteja a cicatriz com pomadas e os olhos com colírios e lubrificantes receitados pelo seu médico.

A blefaroplastia trata as olheiras?

A blefaroplastia inferior é um excelente procedimento para ser utilizado em alguns casos de olheiras (fototipo 5 e 6). Já que a causa desse tipo de olheira está relacionada ao excesso de pele e bolsas palpebrais, sulcos muito profundos. Com o envelhecimento natural da face, a blefaroplastia por excisão de gordura transconjuntival é uma forma eficaz de tratar a perda de volume na bochecha que é uma das causas mais comuns para o aparecimento das olheiras.

Quem não pode fazer esse procedimento?

Todos podem fazer blefaroplastia. Porém, há alguns quadros de pacientes que precisam redobrar atenção, pacientes com diabetes, pressão alta, tabagistas, devido às complicações que podem ocorrer na hora do procedimento. Além disso, quem apresenta quadro de ptose palpebral e olho seco, deve ser muito bem avaliado pelo médico qual a melhor forma de realizar a cirurgia.

Dra. Cristiane Bins: a sua referência de Oftalmologia em Porto Alegre!

Sempre que você tiver dúvidas sobre a sua visão ou se aparecer alguma alteração visual, como manchas, sensibilidade à luz ou baixa visão repentina, é importante que você procure o seu médico oftalmologista. 

A Dra. Cristiane Bins é Oftalmologista e Especialista em Cirurgia Plástica Ocular e, se estiver na Zona Sul de Porto Alegre, pode contar com os serviços da Dra. Cristiane Bins, a sua nova referência em Oftalmologia! Clique aqui para marcar uma consulta.

Cristiane Araujo Bins - Doctoralia.com.br

Continue se Informando

Veja Mais Novidades:

Charmosa senhora idosa com expressão de espanto cobrindo um dos olhos com a mão.

Diagnóstico do Glaucoma: conheça os exames que protegem sua visão.

O glaucoma é uma doença ocular que danifica o nervo óptico, geralmente devido à pressão intraocular elevada, e pode levar à perda irreversível da visão se não for tratado a tempo. Por ser uma condição silenciosa em seus estágios iniciais, o diagnóstico precoce por meio de exames oftalmológicos regulares é fundamental . 

Homem jovem e bonito, com cabelos e barba escuros, usando camisa azul clara e um par de óculos de grau, demostra sinal de dúvida apoiando uma das mãos no queixo.

Qual a melhor técnica para o seu caso:LASIK, PRK ou SMILE?

A busca pela correção definitiva dos erros refrativos levou a oftalmologia a desenvolver técnicas cirúrgicas cada vez mais precisas e minimamente invasivas. Atualmente, o LASIK, a PRK e o SMILE representam o estado da arte nesse campo, proporcionando alto índice de sucesso e segurança. 

Embora compartilhem o mesmo objetivo de remodelar a córnea, esses procedimentos diferem significativamente na forma como acessam o tecido ocular, no pós-operatório e nas indicações específicas para cada tipo de paciente.

Mulher de meia idade, charmosa, vestindo camisa jeans, esboça um leve sorriso.

Olho seco após blefaroplastia: causas, prevenção e manejo. 

Após qualquer cirurgia ocular, seja refrativa , de catarata, de retina ou plástica —  como a blefaroplastia — , é comum e esperada uma gama de sintomas pós-operatórios que fazem parte do processo natural de cicatrização. No período inicial, que varia de algumas horas a poucos dias, o paciente pode experimentar desconforto variável — desde uma sensação de olho seco, corpo estranho e ardência até dor mais aguda, dependendo da técnica —, visão turva ou flutuante, fotofobia (sensibilidade à luz), lacrimejamento excessivo e hiperemia (olhos vermelhos) devido à inflamação cirúrgica. 

Agende Sua Consulta!